O corrrente ano está mostrando uma "cara" amarrada, pouco favorável para os negócios em andamento e ainda menos favoráveis para investimentos grandes que requeiram retornos a curto prazo. Antes de dar um panorama melhor desse cenários vamos ver rapidamente o que deve ocorrer com as principais variáveis macroeconômicas:
1. Inflação: deve ficar em torno da meta esperada do Banco Central, proximo de 4,5% ao ano, graças ao baixo ritmo de crescimentoe conômico esperado para o ano, facilitando a administração da pressão sobre os preços;
2. Juros reais: tem sido reduzidos pelo Banco Central. Como a Taxa de Juros da SELIC tem sido reduzida para níveis de 8,5%, os juros reais também tem sido menores aproximando-se dos 4% ao ano, dos mais baixos dos últimos anos. Até o final do ano a SELIC deve ser reduziada para 8% ou menos se o cenário externo ficar como está. Em decorrencia os juros reais poderao cair para menos de 4% ao ano;
3 PIB: apesar dos menores níveis de juros reais a economia tem demorado a reagir devido à fraca demanda do mercado internaiconal, assim espera-se um crescimento fraco, da ordem de 3% ao ano, muito
abaixo do crescimento médio do pos-guerra ( próximo da casa dos 6% ao
ano);
4. Taxas de Câmbio dólar para reais: no final do ano deve ficar próximo dos níveis atuais da ordem de US$ 1 para R$ 2,00
A causa mais importante para explicar este cenpário sombrio da eocnomia doméstica é a própria falta de reação da economia internaicional. Vale dizer a esser espeito que os principais mercados estão crescendo abaixo do esperado:
a) EUA: crescimento fraco, econoia demora a se recuperar, PNB dev crescer entre 1,5 e 2% ao ano
b) Zona do euro: crescimento fraco da ordem de 2% ao ano, mais rápido nos países mais estáveis como a Alemanha e mais fraco nos demais.
c) China: crescimento bem abaixo do mostrado nos últimos anos, mas ainda bem superior ao da média mundial, ao redor de 8% ao ano;
d) Emergentes: crescimento mais fraco do que o desejado ao redor de 3 a 5% ao ano
Assim o cenário para 2012 deixa poucas dúvidas e as projeções dos economistas tem convergido.
5. Financiamento das contas externas: o defice em contas correntes será financiado com capitais externos de investimentos e financiamentos e, se necessário, com as reservas externas que hoje são bastante elevadas, acima de US$ 360 bilhões..
Cenário para 2013: por ora não acredita-se em motivos suficientes para duvidar de um cenário tão diferente do que está ocorrendo no corrente ano de 2012.Dados as informações disponiveis o cenário deve se repeti, com muita semelhança.
terça-feira, 26 de junho de 2012
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